Existem muitas cidades dentro dela. A Cracóvia das artes, da arquitetura e da História. Ou aquela que viveu a guerra de perto. Temos a que abrigava a poeta e vencedora do Nobel da Literatura Wisława Szymborska em suas ruelas. Ou a que é cenário de lendas vivas do país. Cidade que já foi capital da Polônia, seu centro histórico foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
Existe também a Cracóvia que se entrelaça com as nossas tantas versões. Ela nos acompanhou enquanto adolescentes, há quase vinte anos. Em nossos tempos de estudantes de polonês avançado e em tantas viagens com amores, família e amigos.

Hoje vamos te apresentar essa cidade polonesa vibrante, multifacetada e encantadora que faz parte de nossa história pelo olhar de viajantes e também moradoras, compartilhando alguns tesouros por esse passeio.
Como nos conhecemos?
Nosso primeiro contato com a cidade aconteceu no ano de 2007. “Contato” mesmo, porque foi uma experiência breve e apaixonante. Viajamos com uma excursão de brasileiros da Terceira Idade pelo país ao longo de três semanas. Fomos no lugar de nossos avós, que estavam com a viagem paga, mas não puderam embarcar porque nosso avô teve um infarto poucas semanas antes do embarque.
Pelo itinerário, a ideia inicial era não conhecer a cidade. Passávamos mais tempo em eventos de prefeituras de localidades pequenas. Mas uma historiadora de arte comentou que não poderíamos ir embora sem conhecer Cracóvia, que era “o coração do país”.
Estimuladas pela conversa, incitamos uma revolta. Um sentimento revolucionário tomou conta do grupo da excursão. O que começou com uma tentativa tímida de sermos ouvidas, terminou com o ônibus todo gritando a plenos pulmões: “Cracóvia! Cracóvia! Cracóvia”! O guia se sentiu encurralado e não pôde deixar de atender à vontade popular: passamos uma extraordinária tarde na cidade.
Caminhamos pela maior praça medieval da Europa. Estávamos em plena Cidade Velha. Conhecemos o Castelo de Wawel e seu dragão. Acordeonistas tocavam em frente à Igreja Mariacki, a Basílica de Santa Maria. A trilha sonora era uma fuga de Bach.
Nessas breves horas que passamos na cidade, Cracóvia já nos conquistou. Muitas outras passagens pelo local se somariam a essa ao longo dos anos. Nessa primeira experiência, notamos o apreço que os poloneses têm por suas lendas, sua história e cultura, um ponto de partida instigante para iniciarmos nossa jornada.
Sugerimos você deixar pelo menos 2 a 3 dias para conhecer o melhor de Cracóvia. Em nosso guia, agrupamos as atrações por bairros, a fim de otimizar os percursos e dar flexibilidade para que você organize seu próprio roteiro, de acordo com seus interesses.
1. Centro histórico
Recomendamos fazer um passeio a pé pelo centro histórico de Cracóvia. Vamos começar nossa caminhada a partir do Barbakan, que era uma fortificação que ficava na entrada da cidade medieval. É uma das poucas construções conservadas nesse estilo no continente europeu. Foi construída em 1499. As antigas muralhas foram substituídas por um lindo parque que circunda todo o centro histórico de Cracóvia, o famoso Planty: um verdadeiro anel verde que ocupa o lugar dos muros e fosso que protegiam a cidade.

O parque, com seus 21 hectares, virou um refúgio para os moradores da cidade. É uma sequência de 30 jardins de diferentes estilos com monumentos, fontes e estátuas de figuras históricas, como a de Nicolau Copérnico. A maioria dos pontos históricos da cidade estão localizados ao longo do percurso que atravessa o parque. O Castelo de Wawel, por exemplo, está localizado na sua fronteira sul. Indicamos o Planty como um delicioso passeio que une natureza e história em um único combo.

Muito próximo ao Barbakan se encontra o Muzeum Książąt Czartoryskich, um museu de arte enorme. A coleção inclui obras de diferentes períodos, estilos, técnicas. Prepare-se para uma visita longa, ou se não, vale a pena só para contemplar a misteriosa tela de Leonardo Da Vinci, a Dama com o Arminho, que retrata Cecília Gallerani, a amante de Ludovico Sforza, o Duque de Milão.

Depois, seguimos pela rua Floriańska até chegar a ampla Praça do Mercado (Rynek Główny). Lá encontramos alguns museus muito interessantes que contam mais sobre a história da cidade. O primeiro deles é o Museu Rynek Underground (Rynek Podziemny), que foi construído em torno das escavações arqueológicas feitas sob a praça. A exposição é interativa e conta com objetos antigos, reconstruções e os achados arqueológicos. Na visita, temos a sensação de estar explorando a cidade que existiu antes da Cracóvia atual.

Outro museu peculiar é o Palácio Krzysztofory, que busca transmitir mais sobre a identidade de Cracóvia, por meio da história, seus costumes, lendas e vida cotidiana. Geralmente a instituição organiza uma exposição especial dos presépios no fim do ano e, atenção a um detalhe importante: o presépio de Cracóvia conta com personagens diferentes do presépio tradicional, entre eles podemos encontrar a própria figura da Morte!
A Basílica de Santa Maria (Bazylika Mariacka) é um ponto dominante na vista da cidade e contém um tesouro de arte sacra que é o gigante altar esculpido em madeira por Wita Stwosza. Para visitar internamente a basílica é necessário adquirir os bilhetes, que são vendidos num edifício próximo. Vale a pena para apreciar essa obra-prima da arte gótica e também o vivo interior policromático da basílica, com um céu estrelado nas suas abóbadas.

Com suas duas torres góticas, uma nunca concluída, esse local é o cenário de uma lenda polonesa do século XIII que ainda se repete e é também um dos locais mais importantes da cidade.
Na praça também encontramos um cinema muito charmoso, o Kino Pod Baranami. Localizado num prédio com esculturas de carneiros (pod baranami significa “sob os carneiros”), com salas pequenas que são quase como um “cinema de câmara”.
E esse é o ponto ideal na nossa caminhada para uma breve parada. Sente-se no Bunkier Café, imerso em meio ao Planty e com uma maravilhosa vista para o parque, ou vá até o café Nowa Prowincja, que era um dos preferidos da poeta polonesa Wisława Szymborska. E se você se interessa pela biografia da poeta e pelas ciências, uma sugestão pode ser a visita ao Museu da Universidade Jaguelônica – Collegium Maius, uma das universidades mais antigas do mundo e onde está a medalha que a escritora recebeu ao ganhar o Nobel da literatura.


Nesse ponto, se você se interessa pela arte dos vitrais, sugerimos fortemente um pequeno desvio e a visita ao muWi – Museu e atelier de vitrais (Pracownia i Muzeum Witrażu). O museu está localizado a um pulo do centro histórico. Lá podemos ver passo a passo como os vitrais são projetados e depois confeccionados, desde a escolha colorística dos vidros até a geometria de cada pedacinho.


Depois podemos voltar ao nosso roteiro e seguir pela rua Grodzka até a Praça de Todos os Santos (Plac Wszystkich Świętych). Não deixe de visitar a Basílica dos Franciscanos (Bazylika Franciszkanów), especialmente se você foi ao museu dos vitrais. Essa igreja modesta por fora contém uma verdadeira joia art nouveau em seu interior, os vitrais criados pelo artista Stanisław Wyspiański, um dos maiores do período chamado Młoda Polska (ou Nova Polônia).
O vitral mais impressionante está no fundo da igreja e representa Deus e a criação do mundo, mas se trata de uma representação muito diferente dos vitrais religiosos tradicionais. A obra é cheia de movimento, com cores vibrantes e muito contraste (não só na obra em si, como em relação ao resto da decoração interna da igreja).
Uma parada obrigatória no percurso é a chocolateria Karmello próxima à igreja. O local é ideal para um sorvete no verão ou um chocolate quente no inverno, ou simplesmente para tomar um fôlego antes de um dos pontos mais emblemáticos da cidade: o castelo.

2. Wawel
Às margens do rio Vístula, esse complexo arquitetônico localizado na Colina de Wawel é um símbolo da Polônia. O Castelo de Wawel é imenso e possui muitas exposições diferentes, que incluem os aposentos representativos, a coleção de armas e armaduras, os tesouros da coroa, achados arqueológicos, os jardins e até a caverna do dragão. Para cada uma é preciso adquirir um bilhete específico. Para quem deseja visitar os pontos principais, recomendamos o tour “Wawel: The Most Precious – guided tour”, que é uma seleção dos pontos mais interessantes do castelo, no qual você pode contemplar as obras mais importantes de diferentes exposições. Vale reservar a visita com antecedência no site oficial (https://bilety.wawel.krakow.pl/wawel), já que os grupos são pequenos e em épocas de férias a procura é grande.
De acordo com o site Civitatis Cracóvia (https://pt.cracovia.net/castelo-wawel), o local, inicialmente um castelo gótico construído no século XI, foi a primeira residência dos reis da Polônia. Ao longo dos anos, passou por inúmeras transformações de estilo e vivenciou diversos períodos históricos importantes do país. O castelo já foi abandonado, saqueado, ocupado pelos austríacos e era a residência do governador geral da Polônia durante a Segunda Guerra Mundial.

Também como parte da visita ao castelo, você pode visitar a caverna do dragão. A criatura cospe fogo de verdade e as crianças adoram o passeio. A figura dessa fera integra outra famosa lenda da cidade.

Para conhecer mais lendas polonesas, recomendamos o livro de Michalina Moszumańska Turra, Lendas Polonesas, fonte para as informações dessas histórias populares que trouxemos nesse guia.
Ainda na mesma colina do castelo, você pode visitar também a Catedral de Wawel e o Museu da Catedral Karol Wojtyla, que tem uma rica coleção de arte sacra. O museu pode não interessar a todos, mas a catedral é imperdível. Com uma arquitetura intrincada e cúpulas que chamam a atenção de longe, nosso ponto favorito é subir até o sino de Zygmunt (não esqueça de encostar nele para trazer sorte por toda a vida)!

O sino é protagonista de outra lenda polonesa. Foi criado no ano de 1520 por ordem do rei Sigismundo, o Velho. Desde sua fundição, é tocado nos momentos mais importantes do país, como coroações, aniversários, datas festivas e falecimentos de personalidades e pessoas públicas. Para ouvir seu som, é preciso ser puxado por uma dezena de homens.
Para a catedral e o museu (e encostar no sino de Zygmunt), é necessário comprar um bilhete separado, o qual geralmente não apresenta problemas de disponibilidade e pode ser adquirido diretamente no local.
3. Kazimierz
Depois da visita ao castelo, sugerimos seguir para um dos bairros mais marcantes de Cracóvia, o antigo bairro judeu. Repleto de restaurantes, bares e museus, está pertinho do Vístula. Siga pela rua Stradomska em direção ao rio. E depois vire à esquerda na rua Beera Meiselsa.
Um ótimo local para almoço é o bar e restaurante Hevre. O interior parece uma cena de filme. As paredes mostram a pátina do tempo. Além disso, a comida é deliciosa e o ambiente aconchegante. Siga mais um pouco pela rua Beera Meiselsa e logo irá se deparar com outro ponto importante do bairro: a Passagem de A Lista de Schindler, que como o próprio nome diz, é o cenário de uma passagem icônica do filme.

Continue ainda pela mesma rua até chegar ao Okrąglak, um edifício circular que funcionava como mercado no antigo bairro judeu. Hoje é famoso pelos zapiekanki, os sanduíches abertos de pão assado com queijo e cogumelos, vendidos nas janelinhas.
Outro ponto de destaque no bairro é a Antiga Sinagoga. E se você estiver procurando um chapéu especial, não deixe de visitar a Luck Hats, uma loja local, que preza pela qualidade e design.
Depois siga pela rua Krakowska até o rio e siga pela margem até uma linda passarela para pedestres e bicicletas, a Kładka Ojca Bernatka. Continue por ela, apreciando a vista da cidade e as esculturas que se equilibram no ar. Logo chegaremos à nossa próxima parada.

4. Podgórze
Esse é um bairro importante na história de Cracóvia. Hoje possui uma atmosfera tranquila e residencial, mas é aqui que durante a ocupação alemã na Segunda Guerra Mundial foi criado o Gueto de Cracóvia, onde foram forçados a viver os judeus.
Mas antes de visitar os locais ligados à guerra, vamos fazer uma parada na praça do bairro (Rynek Podgórski) em frente à igreja de São José. Numa das laterais da praça, pare na De Revolutionibus Books, um espaço perfeito para quem ama café e livros, para escolher um esconderijo entre as prateleiras, ler e se aquecer.


Siga até a Praça dos Heróis do Gueto (Plac Bohaterów Getta) para conhecer esse pedaço triste da história do bairro. Ali está uma instalação bastante marcante, com inúmeras cadeiras vazias.
Outro ponto para completar a visita é uma parada no Museu da Fábrica de Schindler, que conta a história da ocupação nazista na cidade. É uma experiência forte e que mexe muito com a gente.
O Museu está onde na época da Segunda Guerra Mundial funcionava a fábrica de utensílios esmaltados e de munição de Oskar Schindler. Industrial alemão, Schindler ficou conhecido por salvar mais de 1200 judeus, empregando-os em sua empresa. O clássico filme A Lista de Schindler, inclusive, em sua maior parte, foi filmado na cidade de Cracóvia.
E para terminar o passeio pelo bairro, se você, como nós, gosta de encontrar o melhor lugar de uma cidade para assistir ao pôr-do-sol, não deixe de visitar também o Monte Krakus (Kopiec Krakusa), um lugar gostoso para uma curta caminhada e com uma ótima vista panorâmica da cidade. No entardecer fica ainda mais especial.


Cracóvia nos surpreende constantemente com seus contrastes, charme medieval e vida pulsante. Não imaginávamos, há quase vinte anos, como a cidade também nos acompanharia ao longo do tempo. Nós e ela, em nossas tantas versões. É instigante pensar em como Cracóvia ainda tem tantos lugares a se descobrir. É como a Veneza de Marco Polo, na obra de Italo Calvino, que guarda tantas cidades invisíveis em si. Ficamos ansiosas pelo o que ela nos guarda para nossos futuros encontros: sejam descobertas ou momentos especiais em nossos lugares favoritos.
Pontos de destaque nos arredores de Cracóvia
A seguir listamos alguns passeios próximos à cidade que podem ser feitos em um dia, e que são muito especiais.
Minas de sal em Wieliczka
Esse é um verdadeiro tesouro, desses lugares em que você se pergunta várias vezes se existe de verdade ou você não está sonhando… prepare-se para descer muitas escadas abaixo da terra, conhecer uma linda igreja subterrânea, passar por túneis de sal e se imaginar dentro das minas do filme de O Senhor dos Anéis. É um passeio imperdível que deve ser reservado com antecedência, já que todas as visitas são conduzidas em grupos guiados.

Campos de concentração – Auschwitz
Local de memória de uma tristeza enorme, porém conta uma parte importante da história que não deve ser esquecida. Também requer reservas com antecedência. É possível chegar de trem a partir da estação principal de Cracóvia, mas não faltam ofertas de transporte particulares a partir da área central da cidade.
Parque Nacional Ojcowski
Essa é uma descoberta nossa recente. O parque é famoso pelas curiosas formações de pedra com formatos peculiares, cavernas que guardam lendas e morcegos (o símbolo do parque) e também o Castelo Pieskowa Skała. Cheio de trilhas que agradam pedestres e ciclistas, é belo em todas as estações (no outono fica todo dourado!)

Sugestões de roteiros:
1. Para um fim de semana
O foco é explorar as áreas principais, o Centro Histórico e o Castelo de Wawel, visitando um ou dois museus maiores. Quem sabe ir jantar em Kazimierz para também sentir um pouquinho do espírito do bairro judeu.
DIA 1 – Passeio pelo Centro Histórico, visita à Basílica Mariacka, Praça do Mercado e Museu Rynek Underground. Fim de tarde e jantar em Kazimierz
DIA 2 – Dedicado à visita ao Castelo e Catedral de Wawel. Caminhada pelo parque Planty
2. Feriado – Fim de semana prolongado
Nesse caso podemos explorar a cidade com mais calma e até fazer um passeio nos arredores.
DIA 3 – Conheça mais um museu especial como o Muzeum Książąt Czartoryskich ou o Museu e atelier de vitrais. Separe o resto do dia para explorar o bairro Podgórze
DIA 4 – Visita às Minas de Sal em Wieliczka
3. Para quem ama viajar com calma e conhecer a fundo uma cidade
DIA 5 – Visita aos campos de concentração em Auschwitz ou ao Museu da Fábrica de Schindler. Fim da tarde observando o pôr-do-sol no Montes Krakus
DIA 6 – Guarde um dia para explorar a cidade sem planos, ou revisitar os lugares de que mais gostou, escolher aqueles presentes especiais para a família, enviar os cartões-postais. Enfim, deixe-se surpreender pela cidade, ou quem sabe siga os passos da poeta…
Os encontros e coincidências inesperados da viagem são a sua maior preciosidade, e geralmente as lembranças mais queridas.
Transporte: como chegar de avião, trem ou carro
Cracóvia tem um aeroporto relativamente pequeno, mas com boas conexões e o acesso até a cidade é muito fácil por meio do trem que o conecta diretamente à Estação Central de Cracóvia. A viagem leva em torno de 20 minutos, com frequência a cada meia hora.
A Estação Central, por sua vez, conta com ótima localização, a apenas 15 minutos a pé da área histórica e do Barbakan. Ela fica literalmente conectada à um amplo shopping center, a Galeria Krakowska, o que pode ser útil pela grande variedade de lojas e serviços.
Para quem vem de carro, a Galeria Krakowska conta com um amplo estacionamento coberto. Para quem prefere estacionar mais próximo à área do castelo, recomendo o estacionamento subterrâneo Wawel, da rede Interparking. Não recomendo se locomover pelas áreas mais centrais de Cracóvia de carro. Muitas ruas possuem acesso restrito e o trânsito pode ser bastante caótico. Nessas áreas a caminhada, o transporte público e as bicicletas são uma ótima opção, que permitem vivenciar a cidade de muito mais perto.
Localize-se em Cracóvia
Mapa a pé do roteiro sugerido no texto
Passa pelos principais pontos de destaque (Centro histórico, Kazimierz – bairro judeu, e Podgórze – bairro que fica do outro lado do Vístula). Essa rota de caminhada tem aproximadamente 4 km. Recomendamos fazê-la devagar para apreciar a cidade e o clima dos diferentes bairros (mas desvios por vielas que despertem a sua curiosidade são altamente recomendados), ou dividi-la em mais dias para parar e visitar os pontos de maior interesse.
Mapa com os pontos de destaque mencionados neste artigo
Esse é o mapa sem o percurso, apenas com os pontos de destaque: https://maps.app.goo.gl/q4Bah2s4B5V8W4pX9.
Mapa Literário
Se ama Literatura como nós, esse percurso é para você. Os pontos de visita estão relacionados com a vida da poeta Wisława Szymborska, incluindo seu café favorito, o túmulo da poeta e a sua feirinha preferida, entre outros locais ligados a sua biografia. Link para o mapa: https://maps.app.goo.gl/HPU8cMfKYdELov2G7.
Leave a Comment