Aleatoriedades principescas: o baobá

Sai… quando si è molto tristi si amano i tramonti.”
Ai, esse livro é tão lindo, melancólico, triste e poético…
(OK, tenho que parar de publicar apenas frases soltas. Prometo escrever uma resenha completa no fim da leitura).

O que descobri até agora durante a re(leitura) de O Pequeno Príncipe? Baobás são do mal!!!! hahahah Brincadeira. De fato, eles são perigosos se você vive em um planeta um pouco maior do que você mesmo, como o Pequeno Príncipe. Mas, aqui no Brasil, os baobás são árvores raras que vieram da África.

No ano passado, tive a oportunidade de ver um baobá na ilha de Paquetá, Rio de Janeiro. A árvore é gigante e lembrou muito a história do Pequeno Príncipe. Ela tem cara mesmo de praga… (como esses matinhos que você precisa arrancar, senão infestam o jardim. Ou como aqueles ovos de filhotes-passarinhos que a mãe deixa no ninho de outra mãe-passarinho escondido. Aí quando ele cresce, derruba do ninho todos os filhotinhos verdadeiros e vira um pássaro gigante Godzilla).

Compartilho algumas fotos de minha viagem. Apresento a vocês o excelentíssimo baobá e sua lenda!!!

Claro que eu beijei o Baobá, gente! Para que arriscar sete anos de atraso? ha ha ha E olhem que interessante – segundo a Wikipedia, o baobá da história de O Pequeno Príncipe pode ter sido inspirado no baobá de Natal, Rio Grande do Norte. Segundo o site, nas décadas de 20 e 30 Exupèry visitou a cidade e se hospedou na casa da dona do terreno aonde está essa árvore – o Baobá do Poeta. Acredita-se que a árvore inspirou o aviador a escrever a história de O Pequeno Príncipe. Incrível!
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Written by Gigi Eco
Gigi Eco ama aprender e faz muitas coisas ao mesmo tempo - é jornalista, fotógrafa, professora, rata de biblioteca e musicista por acidente. Ama viajar e é viciada em chás. É a escritora oficial dos cartões de Natal da família. É Doutora em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) e atualmente trabalha no seu primeiro livro de poesias.